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10 dicas para aprender inglês

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Além do curso de inglês, que é fundamental para o aprendizado do idioma, seguem 10 dicas para dinamizar os estudos e a prática:

1. Assista filmes: Em alguns cursos de inglês você pode verificar uma videoteca com filmes que possuem somente legenda estrangeira. Pode ser um primeiro passo, mas prefiro a proposta de conhecer o filme primeiro (assistir uma ou duas vezes em português mesmo) para só depois assisti-lo em inglês.

2. TV a cabo: Hoje o acesso à TV a cabo é bem mais simples e mais barato. Caso possua em casa pode ser uma ferramenta excelente de apoio ao estudo. Procure assistir ao máximo a programação na língua estudada, até se familiarizar.

3. Músicas: Os professores, infelizmente, tem utilizado pouco esse recurso que, ao meu ver, é uma das formas mais divertidas de aprender. Escolha suas músicas favoritas, memorize a letra e, simplesmente, cante-as. É bom para entender o que é dito (já que músicas normalmente expressam o sentido do que está sendo cantado) e é bom para treinar pronúncia.

4. Leitura: A internet também é uma ferramenta poderosa e pode ser utilizada de forma mais produtiva. Uma dessas maneiras é pegar jornais e/ou periódicos na língua inglesa e treinar o entendimento da leitura pelo menos 10 minutos por dia. Obviamente, isso pode ser visto em revistas, livros e outros. Normalmente os cursos de inglês, para quem faz, possuem esse material para empréstimo.

5. Dicionários: Compre um dicionário bilíngue e treine a fonética das palavras. É excelente para aprimorar a pronúncia.

6. Leia em voz alta: Leia e escute ao mesmo tempo. Procure entender o que está sendo lido sem recorrer ao dicionário a cada palavra desconhecida que encontrar. Caso a palavra se repita várias vezes e o contexto não deixe claro o que a palavra significa, aí sim vale a pena dar uma espiadinha na tradução.

7. Escreva: Escrever é sempre importante para a memorização. Você pode criar, por exemplo, um diário na língua estudada. Relate os fatos do seu dia, mas não recorra aos dicionários. Escreva da maneira que você achar que é correto, mesmo de maneira errada. A prática desta e das outras dicas farão a correção automaticamente ao longo do tempo. Copiar textos também é importante, pois ajuda a memorizar as estruturas gramaticais e o vocabulário no idioma estudado.

8. Fóruns de discussão: Que tal entrar em chats e/ou fóruns na internet com a língua estudada? Interagir com outras pessoas é sempre uma troca importante, um aprendizado mútuo, além de uma prática fundamental.

9. Pense!: Treine seu cérebro a pensar com o novo idioma. Evite ficar pensando em traduções.

10. Goste do idioma: Certamente o passo mais importante para quem quer aprender qualquer língua estrangeira. Aprender a gostar da língua, buscar ferramentas para torna-la uma grande brincadeira, pode ser a ‘cereja do bolo’ para um aprendizado eficaz e permanente.

Enfrente a timidez para aprender inglês

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A Folha de São Paulo publicou no dia 22 de janeiro de 2012 o caderno Idiomas, como costuma fazer todos os anos. O caderno dá dicas e conselhos para quem quer aprender idiomas em geral, não só o inglês.

Há muitas ideias repetidas das edições anteriores, mas é sempre bom repetir, pois as dúvidas das pessoas são sempre as mesmas. Não só isso, mas as dificuldades no aprendizado se repetem muito.

Um artigo muito interessante chama-se “Você diz não saber o que houve de errado” (como na música dos Paralamas) e fala sobre as falhas cometidas por quem estuda um idioma. O artigo é assinado por Cristiane Cartacho e vale a pena ler, pois podemos tirar lições valiosas. Entre as diversas coisas escritas no artigo, acho importante salientar esse ponto:

“QUEM NÃO ENFRENTA A TIMIDEZ TAMBÉM NÃO DESENVOLVE HABILIDADE
O esforço de tentar se comunicar em outro idioma costuma despertar simpatia e respeito dos nativos da língua. Portanto, nada de ter medo na hora de falar. Errar é absolutamente normal. Somente a prática e o estudo garantirão o domínio da língua.“

Eu já falei em diversas ocasiões que errar é absolutamente normal e que faz parte do aprendizado. Quando a gente não fala, por medo de errar, acaba perdendo oportunidades de aprender mais. Ao errarmos e sermos corrigidos, aprendemos. Se não tentarmos, nunca saberemos se aquilo estava certo ou errado. Por isso é realmente importante deixar de lado a timidez.

Estive recentemente em Buenos Aires, na Argentina, e tive a chance de sentir isso na pele. Meu espanhol é bem ruim, mas eu tentei falar assim mesmo. Muitas vezes o que saía era Portunhol, mas consegui me comunicar. Eu nunca estudei espanhol e por isso qualquer coisa que eu consiga falar já é lucro.

Uma semana antes de viajar assisti a dois filmes em espanhol, um argentino (“O Segredo dos Seus Olhos”) e um espanhol (“A Pele Que Habito”), para ir me acostumando aos sons da língua.

Chegando na Argentina, tentava falar com todo mundo em espanhol. Os argentinos são muito simpáticos e comunicativos e tratam muito bem os turistas. Muitos deles, ao perceber que eu era brasileiro, falavam comigo em português. Meu espanhol é tão ruim que muitas vezes eu nem percebia se eles estavam falando comigo em espanhol ou em português com sotaque espanhol. Eu sempre tentava responder em espanhol, com o meu pouco vocabulário e nenhuma gramática. Muitas vezes eles falavam, eu respondia, e a Cris virava para mim e dizia: “Você percebeu que ele estava falando português, né?” Era engraçado, mas eu não me importava. Dava risada.

Em cinco dias na Argentina consegui aprender algumas palavras. Muitas delas aprendi depois de ter errado. Outras aprendi perguntando para as pessoas. Entrava numa loja, pegava um objeto na mão e perguntava: “Qué es eso?” Quando a gente aprende a perguntar “What’s this?” em inglês não imagina o quanto essa pergunta é útil.

Eu não estudo espanhol, mas fiquei com a sensação de que se estudasse, conseguiria aprender e me comunicar bem. O fato de ter tentado foi importante para mim.

A mesma coisa acontece com o seu inglês. É importante tentar. Mais uma vez quero deixar claro que não estou dizendo para você falar errado. Você deve tentar falar certo e usar os erros para aprender. O que estou dizendo é que você não deve ter medo de errar. Se errar, tudo bem. Depois você vai estudar mais e tentar corrigir o seu erro. Se você se esquecer de alguma coisa que já viu, tudo bem também. É normal nos esquecermos de palavras. A repetição vai fazer com que nos lembremos delas. Quando a palavra aparecer de novo e você não se lembrar, não se sinta mal. Uma hora você vai aprender.

Não é tão difícil vencer a timidez. Basta você pensar: “Qual a pior coisa que pode me acontecer se eu errar?” E verá que nada de grave vai acontecer. Se a pessoa não entender você, você vai dar um jeito de se comunicar. E é assim que se aprende.

Por Carlos Gontow

Intercâmbio no Canadá: conheça o país escolhido pela "Luiza"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A mais nova onda da internet é o bordão "menos Luiza que está no Canadá". É difícil entender como uma simples propaganda de um prédio de alto padrão na Paraíba se espalhou tão rapidamente pelo universo virtual. Mas deixando um pouco a Luiza de lado, vamos falar sobre intercâmbio no Canadá.

Não à toa o Canadá está entre os destinos mais procurados para intercâmbio no Hemisfério Norte. Atualmente, possui uma das populações mais diversificadas etnicamente e é considerado um dos países mais multiculturais do mundo.

O lugar é um prato cheio para os estudantes aprenderem ao mesmo tempo dois idiomas de peso universal, além de um pouco de história. Trata-se de um país oficialmente bilíngüe desde 1969. Falam-se o inglês e o francês, graças à enraizada colonização européia na região. Segundo o censo local, 58,5% dos canadenses comunicam-se pelo inglês e 22,6%, com o francês. O restante da população, a minoria, usa outros dialetos.

A vasta maioria (85%) dos habitantes de língua francesa vive na província de Quebec, que está localizada na parte leste do Canadá e engloba grandes cidades como Montreal. Mas há comunidades de franceses espelhadas em todo país. Capital, Ottawa também reflete a essência franco-inglesa e oferece aos intercambistas o melhor da cultura dessas duas nações historicamente rivais.

O inglês canadense ostenta um sotaque neutro, bem falado, entendido e respeitado na comunidade internacional. Já o francês mantém a linha sofisticada do idioma e pode ser praticado em escolas para estrangeiros a partir de 16 anos. Elas oferecem os mais variados cursos com carga horária intensiva, semi-intensiva e aulas particulares.

Estima-se que no mundo mais de 1 bilhão de pessoas falem inglês e mais de 250 milhões, o francês. Como nação bilíngüe, o Canadá oferece aos candidatos a poliglota excelentes programas de Inglês como Segunda Língua (ESL) e Francês como Segunda Língua (FSL). Quem já foi, diz que estudar lá é uma experiência enriquecedora e que não se esquece nunca. Tá duvidando, pergunte para a Luiza!

Aprender inglês: não busque explicação para tudo

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quando nós estamos aprendendo uma língua estrangeira, temos a mania de querer saber a explicação de tudo. Mas isso não é necessário.

Antes de você brigar comigo, responda: Você sabe explicar tudo em português? Será que não existem coisas que você diz sem saber o porquê?

Um dia desses, eu estava conversando com a minha família sobre uma viagem que vamos fazer e dizia que vamos embarcar num domingo. A minha filha Bruna então me perguntou: “Por que vamos viajar em pleno domingo?” E praticamente sem nenhuma pausa, já emendou: “O que significa pleno?” Eu e a Cris ficamos parados e não conseguimos explicar. Sabemos que a palavra pleno significa “completo” ou “inteiro”, mas não conseguimos explicar o que quer dizer “em pleno domingo”, ou outras expressões como “em plena luz do dia”.

O mais incrível é que a Bruna usou a expressão corretamente. Só depois ela se deu conta de que não sabia o que significava aquela palavra. Isso acontece muito quando a gente fala a nossa língua. Nós ouvimos a expressão tantas vezes que aprendemos a usá-la. Ou seja, aquilo é uma expressão e se usa naquele contexto.

Numa aula de inglês, se um aluno pergunta o que significa alguma coisa e o professor responde que é uma expressão, o aluno olha com aquela cara de quem diz: “Ele não sabe”. E olha de lado para os outros colegas, mostrando que o professor o está enrolando. Mas na verdade não está.

Assim como fazemos com a nossa língua, precisamos aceitar que certas coisas não têm explicação e usá-las assim mesmo. Através do uso vamos aprendendo como usar cada expressão. Além disso, muita leitura também ajuda, pois vemos as expressões sendo usadas e vamos aprendendo as situações em que podemos usá-las. E ouvindo muito inglês – através de filmes, rádio, música, etc – também.

Pense sobre as coisas que você não sabe explicar em português. E fique mais tranquilo em relação ao seu inglês. Se funciona para a sua língua nativa, também funciona para a língua estrangeira.

Por Carlos Gontow

Ditados em inglês e seus similares em português

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Algumas das nossas expressões ou ditados populares em português, têm similares muito parecidos em inglês. Às vezes se traduzirmos ao pé da letra esses idiomas da língua inglesa, pode soar diferente dos nossos ditados populares, mas reparem que o sentindo é o mesmo.

Vejam alguns exemplos:

Há males que vem para o bem - A blessing in disguise.

A corda sempre arrebenta no lado mais fraco -A chain is only as strong as its weakest link.

Boca fechada não entra mosca -A close mouth catches no flies.

Diga com quem andas e te direi quem és -A man is known by the company he keeps.

Para bom entendedor meia palavra basta -A word to the wise is enough.

Tudo o que é bom dura pouco -All good things must come to an end.

Cachorro que late não morde -Barking dogs seldom bite.

Antes só do que mal acompanhado -Better alone than in bad company.

Antes tarde do que nunca -Better late than never.

Seguro morreu de velho -Better safe than sorry.

Amigos amigo negócios a parte -Business is business.

As aparências enganam -Looks can be deceiving.

Achado não é roubado -Finders keepers, losers weepers.

Quem espera sempre alcança -Good things come to those who wait.

A pressa é inimiga da perfeição -Haste is the enemy of perfection.

Quem ri por último ri melhor -He who laughs last, laughs best.

É muito bom para ser verdade -It’s too good to be true.

Fazer tempestade em copo d’água -Make a storm in a teacup.

Nem tudo que reluz é ouro -Not all that glitters is gold.

Quem arrisca não petisca -Nothing ventured, nothing gained.

A prática leva a perfeição -Practice makes perfect.

É errando que se aprende -The road to success is paved with failure.

Água mole pedra dura tanto bate até que fura -Water dropping day by day wears the hardest rock away.

Toda brincadeira tem um fundo de verdade -When a thing is funny, search it carefully for a hidden truth.

Projeto de rede de tradutores na internet

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Parece uma ideia babilônica, mas um projeto da rede mundial se propõe que os próprios usuários façam traduções uns para os outros. O projeto visa "transformar a tradução em algo que milhares de pessoas querem fazer, que é aprender um novo idioma', disse Luis Von Ahn, idealizor do projeto, em entrevista à Agência Efe.

Von Ahn é um jovem que deixou a Guatemala para estudar matemática nos Estados Unidos e acabou revolucionando a informática com alguns de seus projetos. Agora, se dispõe agora a traduzir conteúdos da internet a todos os idiomas para aproximar a rede ao mundo inteiro.

"Pensávamos que poderíamos fazer isso pelo computador, mas vimos que não é possível, já que, por enquanto, a tradução é muito ruim, por isso precisamos de pessoas", disse Von Ahn.

Manifesto em defesa do Cine Belas Artes

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Temos a honra de anunciar a adesão de Zé Celso Martinez Corrêa ao Manifesto pelo Cine Belas Artes (*). Já ultrapassamos 80 apoios de personalidades influentes. Motiva as adesões a preocupação com o destino do prédio do Belas Artes, sob risco iminente de destruição. (Veja abaixo a lista preliminar de adesões e o texto do manifesto.)


Nas últimas horas, recebemos, também, as adesões do historiador Carlos Guilherme Mota, professor emérito da USP, de Cunha Júnior, apresentador dos programas Metrópolis e Vitrine, da TV Cultura, de Lucila Lacreta, diretora do Movimento Defenda São Paulo. e de Sérgio Haddad, presidente do Fundo Brasil Direitos Humanos e fundador da Ação Educativa.


Eles se somam a outros ilustres apoiadores, tais como o senador Eduardo Suplicy, Eva Wilma, Jorge Mautner, Danilo Miranda, Antunes Filho, Laís Bodanzky, Cao Hamburger, Toni Venturi, Raquel Rolnik, Nabil Bonduki, Cândido Malta Campos Filho, Celso Antônio Bandeira de Mello, Olgária Matos, Soninha Francine e Zuenir Ventura.

Adesões: albergon@gmail.com



* Manifesto em defesa do Cine Belas Artes, patrimônio cultural, artístico e afetivo de São Paulo e do Brasil



Amparados na Constituição Federal, que inclui as “edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais” entre os bens que “constituem o patrimônio cultural brasileiro” (inciso IV do Artigo 126), defendemos o imediato tombamento do prédio da Rua da Consolação, 2.423, esquina com a avenida Paulista, onde funcionava o mítico Cine Belas Artes. Também demandamos das autoridades que lancem mão de todos os instrumentos necessários para reabrir o cinema, inaugurado em 1967 pela Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) e Companhia Serrador no mesmo prédio que antes abrigara o Cine Trianon, aberto em 1952.

Desde sua inauguração, o Cine Belas Artes manteve as características que demarcaram sua singularidade no circuito exibidor e tornaram-no fundamental para a cultura cinematográfica no Brasil. Ao longo de 44 anos, operou mais como um centro cultural formador de público do que mera sala exibidora, como atestam dois de seus aclamados projetos, o Cineclube e o Noitão, que, diferentemente das salas de shopping, promoviam uma atmosfera propícia à interação. Contou para isso com a preciosa contribuição de Ancona López, reconhecido internacionalmente como um dos melhores programadores de cinema e que teve Leon Cakoff como seu assistente. Soube, também, adaptar-se à nova tendência de complexos com salas pequenas e médias ao transformar seu espaço no mais significativo multiplex de rua do país.

O Cine Belas Artes promovia a diversidade cultural e a reflexão sobre dramas humanos, história, política e arte por meio de uma programação com filmes de alto padrão, brasileiros e estrangeiros, inclusive com elevado número de obras-primas procedentes de países pouco presentes no nosso mercado exibidor. Desempenhava papel fundamental no circuito cultural das ruas da Consolação e Augusta e Avenida Paulista. Nos fins de semana e feriados, recebia, em média, 1.800 frequentadores por dia. As filas se repetiam e lotavam suas salas também às segundas e quartas-feiras nas tradicionais promoções com ingressos mais baratos. Esse sucesso era favorecido igualmente pela facilidade de acesso a pé e por transporte público.

Entretanto, pressões do mercado imobiliário provocaram a suspensão das atividades do cinema em março deste ano. O fato recebeu ampla divulgação na mídia. Frequentadores realizaram protestos na internet e na rua contra o fechamento e organizaram o Movimento pelo Cine Belas Artes (MBA). Centenas de depoimentos pró-Belas Artes, um abaixo-assinado com cerca de 20 mil assinaturas e adesões de quase 90 mil pessoas no aplicativo Causes no Facebook são apenas alguns exemplos do que é visto como uma das maiores mobilizações em defesa de um patrimônio cultural no Brasil. Destacamos que este uníssono de vozes em São Paulo coincide com o movimento de resgate histórico dos cinemas de rua em curso no Rio de Janeiro, que contempla a reabertura do igualmente mítico Cine Paissandú (tombado em 2008), anunciada para julho de 2012.

Garantir o cinema de rua é valorizar um modo de vivenciar a cidade com seus bares, restaurantes, livrarias, as pipocas e as pizzas e os encontros com amores, amigos e conhecidos. É, acima de tudo, um exercício de cidadania – lugar de comunhão entre memória, cultura e afeto – que deve ser protegido e fomentado pelo Poder Público.

Movimento pelo Cine Belas Artes (MBA)



LISTA PRELIMINAR DE APOIOS AO MANIFESTO PELO CINE BELAS ARTES



Alberto Bandone - cineasta
Alexandre Stockler - cineasta
André F.G. Neves - cineasta
André Fischer - jornalista

Anna Marcondes - presidente do Via Cultural – Instituto de Pesquisa e Ação pela Cultura
Antônio Moura Reis - jornalista

Antunes Filho - diretor do Centro de Pesquisa Teatral (CPT) do Sesc

Benjamin Seroussi - curador e produtor

Caio Plessmann - cineasta
Cândido Malta Campos Filho - arquiteto e urbanista e professor da FAU/USP

Cao Hamburger - cineasta

Carlos Guilherme Mota – historiador e professor emérito da FFLCH/USP
Caru Alves de Souza - cineasta

Celso Antonio Bandeira de Mello - jurista

Celso Gonçalves - cineasta e presidente da seção paulista da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABD)

Célia Marcondes - presidente da Sociedade Amigos e Moradores do Bairro

Celso Luiz Lasarim - jornalista
Cleo de Paris - atriz do grupo "Os Satyros"

Cunha Júnior - apresentador de TV

Daniela Thomas - cenógrafa e cineasta

Danilo Miranda - diretor do Sesc/SP

Debora Duboc - atriz

Denise Carreira - coordenadora de educação da Ação Educativa e Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação

Edgard Carvalho - professor titular do departamento de antropologia da PUC/SP e representante no Brasil da cátedra itinerante Unesco Edgard Morin

Eduardo Suplicy - senador (PT/SP)

Eliseu Gabriel - vereador (PSB/São Paulo capital)

Evaldo Mocarzel - cineasta e dramaturgo
Eva Wilma - atriz

Fábio Yamaji - diretor de animação
Fernando Alves Pinto - ator

Fred Ghedini - ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e diretor da Associação de Proteção dos Direitos Autorais dos Jornalistas Brasileiros (Apijor)
Gerardo Fontenelle - cineasta
Gero Camilo - ator e dramaturgo
Gina Rizpah Besen - psicóloga, consultoria ambiental e doutora em saúde pública

Hélio Goldstejn - diretor de TV
Jeferson De - cineasta

João Federici - produtor

João Signorelli - ator

Jorge Rubies - presidente da Associação Preserva São Paulo

Jorge Mautner - cantor e compositor

José Osório de Azevedo - desembargador

Junia Sirqueira Soares - assistente de audio-visual
Kiko Goifman - cineasta
Laerte - cartunista

Laerte Késsimos - ator
Laís Bodanzky - cineasta
Laura Wie - apresentadora de TV
Leandro Marques - radialista e cineasta

Lee Taylor - ator

Lucia Helena Vitalli Rangel - diretora adjunta da Faculdade de Ciências Sociais da PUC/SP

Lucila Lacreta - diretora do Movimento Defenda São Paulo
Luiz Carlos Merten - jornalista

Márcio Debellian - documentarista
Maria Margarida Cavalcanti Limena - diretora da Faculdade de Ciências Sociais da PUC/SP

Mouzar Benedito - escritor e jornalista

Nabil Bonduki - arquiteto e urbanista e professor da FAU/USP

Newton Moreno - dramaturgo
Olgária Matos - professora do Departamento de Filosofia da FFLCH/USP

Paula C. Ferraz - assessora de imprensa
Paulo Cannabrava - Associação de Proteção dos Direitos Autorais dos Jornalistas Brasileiros (Apijor)

Paulo de Tarso Chamon Schmidt - publicitário e jornalista
Pedro Roberto Jacobi - sociólogo e presidente do Procam/USP

Raquel Rolnik - arquiteta e urbanista, professora da FAU/USP e relatora da ONU para o direito à moradia

Raul Teixeira - sonoplasta e coordenador do curso de Sonoplastia da SP Escola de Teatro

Regina Drummond - escritora

Regina Porto - sonoplasta, produtora e curadora de música contemporânea

Ricardo Ohtake - arquiteto
Rubens Rewald - cineasta e vice-presidente da Associação Paulista de Cineastas (Apaci)

Sara Silveira - produtora de cinema

Sebastião Milaré - escritor

Sérgio Haddad - diretor-presidente do Fundo Brasil Direitos Humanos e socio-fundador da organização Ação Educativa
Sonia Barros - escritora infanto-juvenil
Soninha Francine, apresentadora e ex-vereadora em São Paulo capital

Tadeu Jungle - cineasta

Toni Venturi - cineasta

Vera Masagão - coordenadora geral da Ação Educativa e integrante da coordenação executiva da Abong - Associação Brasileira de ONGs
Vinícius Romanini - jornalista e professor de semiótica da ECA e FAU/USP

Zé Celso Martinez Corrêa - ator, autor, diretor e líder do Teatro Oficina

Zuenir Ventura - jornalista